Turma de pé ao fim da última rodada, ainda com as folhas de anotação na mão

O minuto que vem depois do encerramento, com o grupo ainda comentando a rodada.

Quem já esteve nesta sala

Quem terminou conta aqui o que levou da sala para a rotina

Textos enviados por participantes da Falar com o Grupo, do Onde a Cadeia Rompe e da Neutralidade da Mesa, publicados sem alterar o conteúdo.

Vozes das turmas anteriores

Seis relatos, seis pontos de partida

"Entrei na Falar com o Grupo achando que ia aprender projeção de voz e postura. A tarefa acabou sendo outra: refazer em voz alta o argumento do colega antes de responder. Nas apresentações de trabalho eu parei de brigar com a versão da opinião contrária que eu mesma tinha inventado."
TM

Policarpo C.

Analista de suporte · Rio Claro — SP

Falar com o Grupo · Abril de 2026

"O começo do Onde a Cadeia Rompe foi desconfortável: o caderno de temas escancara os atalhos de raciocínio que a gente toma sem notar. Hoje encontro dois ou três deles nos meus próprios documentos de proposta antes de mandá-los para a diretoria."
CA

Pedro J.

Gerente de obras · São Vicente — SP

Onde a Cadeia Rompe · Março de 2026

"Vim pensando nas minhas turmas do ensino médio, não em competição. Saí daqui com o hábito de separar dado de opinião quando um aluno me contesta. Reouvir as gravações mostrou quantas vezes eu cortava a fala de alguém sem perceber."
MP

Luciana G.

Professora de história · Araçatuba — SP

Falar com o Grupo · Fevereiro de 2026

"A minha área fez a Neutralidade da Mesa em um grupo de seis. O que mais rendeu foram as duas sessões em que a facilitadora assistiu a reuniões nossas de rotina e comentou depois o que tinha visto ali dentro. Nem tudo o que ela apontou foi agradável de ouvir."
JT

Rodrigo Z.

Analista de processos · Catanduva — SP

Neutralidade da Mesa · Janeiro de 2026

"No papel a ficha de armação parece óbvia; na primeira resposta ela trava. Só aí percebi que eu guardava o argumento central para o final, quando a equipe já tinha desligado. Sete encontros para um ajuste pequeno, do qual eu uso toda semana."
RN

Malaquias L.

Assistente social · Itabuna — BA

Falar com o Grupo · Dezembro de 2025

"O Onde a Cadeia Rompe cobra estudo entre um encontro e o outro. A análise escrita das gravações é minuciosa e mostra os trechos frouxos sem adoçar nada. Quem espera elogio vai achar o retorno áspero; quem quer descobrir onde o argumento cede, achou o lugar."
BS

Karina H.

Doutoranda em Sociologia · Natal — RN

Onde a Cadeia Rompe · Novembro de 2025

Os textos desta página chegam por iniciativa de quem concluiu uma turma e vão ao ar apenas com a inicial do sobrenome, como essas pessoas pediram. Cada relato descreve um percurso particular: o que se leva de uma turma depende do ponto de partida, da presença nos encontros e do estudo feito entre eles.

Da entrada à saída

Três percursos contados inteiros

O ponto de partida

Engenheiro civil que travava ao sustentar escolhas técnicas diante das áreas de negócio. As apresentações se alongavam e a recomendação só chegava quando a sala já tinha se dispersado.

O caminho aqui dentro

Falar com o Grupo e, na sequência, Onde a Cadeia Rompe — quase cinco meses somando as duas turmas, sem intervalo entre uma e outra.

O que ficou diferente

A recomendação passou a vir logo de saída, nos dois primeiros minutos. Nas perguntas da diretoria, a resposta encurtou e largou o tom defensivo, e quando a pergunta chega confusa ele pede que a reformulem.

"Ouvir a gravação da minha primeira rodada ao lado de uma reunião de hoje dá vergonha — da boa. A diferença toda está na ordem em que eu coloco as coisas."

O ponto de partida

Empresa de porte médio cujas reuniões de diretoria levavam o dobro do tempo marcado e terminavam sem decisão anotada. A discordância não era dita ali e voltava semanas depois, virada em atrito entre áreas.

O caminho aqui dentro

Neutralidade da Mesa para quatro pessoas de setores diferentes: as 12 sessões combinadas mais duas reuniões de rotina acompanhadas dentro da própria empresa.

O que ficou diferente

Toda reunião passou a ter alguém responsável por conduzir, pauta curta e decisão escrita antes de encerrar. A discordância passou a ser dita na mesa, o que permitiu resolvê-la na hora.

"O retorno sobre as reuniões observadas listou manias nossas que ninguém tinha coragem de dizer em voz alta. Doeu no dia e ajudou no mês seguinte."

O ponto de partida

Doutoranda que emperrava ao defender diante da banca as escolhas de método da própria pesquisa. A pergunta dura do orientador chegava como ofensa, e a resposta já saía em defesa.

O caminho aqui dentro

Onde a Cadeia Rompe: quatro meses de encontros aos fins de semana, com atenção especial ao trecho sobre ceder um ponto sem soltar a linha central.

O que ficou diferente

Na qualificação, as perguntas difíceis encontraram respostas mais firmes. Ficou mais simples separar a crítica que atinge mesmo o método daquela que repete a objeção anterior com outras palavras.

"O caderno de temas cansa de ler. Ainda assim, foi estudar a análise dos temas em que eu ia mal que me preparou para o dia da banca."
Como chegar até nós

Quatro portas de entrada

Por escrito

[email protected]

A sala fica em

Rua General Rondon 1347
Petrópolis — RJ, CEP 25650-027

Quando atendemos

Segunda a sexta, das 8h às 18h
Sábados, das 9h às 13h

O que sustenta isto

Sobre o que este trabalho se assenta

  1. Fichas de armação escritas pela equipe

    Um conjunto de armações redigido aqui dentro para quem está estreando, em uso na turma de entrada desde 2020.

  2. Condução feita por quem debate

    Formação em filosofia, comunicação e retórica, somada a anos de prática em torneios e em rodadas com regra de tempo.

  3. Grupos dentro de instituições de ensino

    Grupos tocados ao lado de cursos de pós-graduação e de extensão universitária em Petrópolis — RJ.

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